CAMBARÁ DO SUL: A TERRA DOS CÂNIONS

25.08.2017 | Brasil, Cambará do Sul, Destinos, Explorando as Cidades, Spots Para Conectar-se, Viagens Curtas, Vida Noturna

A pequena cidade de Cambará do Sul, conhecida também como a terra dos cânions, está entre os destinos mais belos pra conhecer no Brasil. A paisagem serrana e as enormes falésias rochosas dos cânions, esculpidos por milhões de anos de atividade erosiva dos rios, fazem da região um santuário de beleza natural. Cachoeiras, campos de cima da serra e florestas de araucárias emolduram a cidade.

A palavra Cambará é de origem tupi-guarani e significa “folha de casca rugosa”, da árvore que deu nome ao lugar.

No Parque Nacional de Aparados da Serra e Parque Nacional da Serra Geral, estão localizados os famosos cânions ItaimbezinhoFortalezaChurriado e Malacara, que figuram entre os 15 maiores do país. Um passeio imperdível.

No post ” FAZENDO A MALA PARA O FRIO DE CAMBARÁ ” eu situei um pouco a cidade, que fica há aproximadamente 200 Km de Porto Alegre e montei uma mala apropriada para dias frios. A região registra as menores temperaturas do Brasil no inverno. Pense em menos de 0ºC….é frio de “renguear cusco”, como dizem os gaúchos! Vale conferir este post antes de ir, pois ajudará bastante.

PLANEJANDO SEU ROTEIRO

Nosso roteiro foi de apenas 2 dias (um fim de semana, bate e volta) em junho passado. O intuito da viagem era gastar pouco e desconectar do estresse da cidade! Fomos em 5 amigas, de carro.

LOCALIZAÇÃO E COMO CHEGAR

Cambará fica no nordeste do Rio Grande da Sul e faz divisa com Santa Catarina.

Você pode partir de Porto Alegre ou Caxias do Sul, alugando um carro, opção bem interessante se você está em grupo, ou utilizando transporte público (ônibus).

O aeroporto mais próximo de Cambará do Sul fica em Caxias do Sul (145 km / 2h15 de carro aprox.), mas tem menos opções de voos de qualquer parte do país. Já Porto Alegre, apesar de um pouco mais longe (200 Km / 3h15 de carro) é uma opção melhor por conter mais voos e promoções. Nós saímos de carro de Novo Hamburgo, que fica há 164 km e levamos cerca de 2h30 pela RS 020.

  • PARTINDO DE PORTO ALEGRE

Chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho é a opção mais comum e uma ótima oportunidade pra conhecer a capital gaúcha na mesma viagem. Porto Alegre é um charme! Tem uma cena cultural efervescente, pontos turísticos e históricos belíssimos, uma orla perfeita para um passeio de bike ao pôr do sol, um roteiro gastronômico de dar água na boca e outros tantos atrativos. Algumas pessoas pensam que POA é apenas um ponto de partida pra Gramado, na Serra Gaúcha, mas a cidade tem muito mais a oferecer. Estamos montando um roteiro que vai ao ar aqui no blog na próxima semana. Fique ligado, que está imperdível! 😀

  • DE CARRO

Existem dois caminhos principais:

1. O primeiro deles é pela RS-020, passando por Gravataí, Taquara e São Francisco de Paula, até chegar em Cambará do Sul. Esta rota tem 200 km no total e o trajeto é todo feito em estradas simples (não duplicadas). A paisagem é linda, especialmente depois de passar por Taquara.

2. A outra maneira é ir pelo litoral, pegando a BR-290 até entrar na BR-101. Uma vez na BR-101, deve seguir até o município de Terra de Areia e entrar na RS-486, conhecida como Rota do Sol. Pra concluir o caminho, você pega a RS-020 já bem próximo à Cambará do Sul. O trajeto total tem 230 km e a maior parte da viagem é feita em estradas duplicadas.

Embora esta última opção seja mais longa, o tempo é basicamente o mesmo da primeira opção. A viagem também é mais segura em função das estradas.

  • DE ÔNIBUS

Do Aeroporto Internacional Salgado Filho você pode pegar um trem (que você acessa via Conexão Aeroporto-Metrô) ou um táxi até a Estação Rodoviária. O App de táxi mais seguro hoje em POA e que mais usamos é o Cabify*, mas 99Táxi e Uber também funcionam. São só 8 km entre o aeroporto e a rodoviária, cerca de 15 min e R$ 4,00 de trem ou cerca de 8 min e R$ 16,00 de táxi. No aeroporto também tem os táxis regulares oficiais, porém são mais caros.

Na rodoviária, você deve pegar o ônibus da empresa Citral. A viagem dura cerca de 6h e antes de chegar em Cambará do Sul, você precisa trocar de ônibus na cidade de São Francisco de Paula.

*O Cabify é mais seguro porque só aceita cartões de crédito e antes do motorista ser aceito, sua ficha completa é pesquisada, o que significa que eles não podem ter antecedentes criminais. E muitas vezes tem promoções com valores bem competitivos. O único limitador é que, por enquanto, está somente em algumas capitais brasileiras. Baixe o App e teste, vale a pena! 😀 

  • PARTINDO DE CAXIAS DO SUL

Para quem vai ao Rio Grande do Sul e deseja conhecer apenas Cambará do Sul, é um opção interessante caso a passagem de avião até Caxias do Sul esteja mais barata do que para Porto Alegre.

  • DE CARRO

Vá pela RS-486 (Rota do Sol), até chegar na RS-020. Uma vez na RS-020, basta seguir por ela até Cambará do Sul.

  • DE ÔNIBUS

Na rodoviária de Caxias do Sul a empresa Expresso São Marcos faz o trajeto até Cambará do Sul. A viagem dura cerca de 2h e tem horários distintos entre os dias da semana.

Tudo é uma questão de pesquisar promoções na data de ida. Quanto maior o aeroporto, mais opções de voos.

MELHOR ÉPOCA PRA IR

Não há época ruim para visitar a região. As estações do ano são bem definidas. O clima é muito frio no inverno, ameno no verão e úmido em qualquer período do ano. Vai depender muito do que você pretende fazer.

No outono e inverno os dias são mais frios, com média de 13ºC. Temperaturas abaixo de zero são registradas com frequência e é quando acontecem maiores intervalos de dias ensolarados e céu azul. As chuvas são mais volumosas, mas chegam com intervalo de 4 dias ou mais. Sol e céu azul significam grande visibilidade dos cânions. O frio também traz um charme extra à região, com lareira, vinho, pinhão na brasa e comida campeira. A gastronomia da região combina muito com as estações geladas!

Já no verão e na primavera, há menor densidade de chuva, mas ela é mais frequente, podendo ocorrer todos os dias, principalmente neblina devido ao choque de massas, que são fenômenos naturais da região. Os dias são agradáveis com média de 20ºC, bom pra praticar ecoturismo

Nós fomos em junho, com frio de “lascar”, mas a vista do Cânion estava limpa, com céu azul. 😀

ONDE FICAR

Ficamos hospedadas no Cape Town Hostel que eu super recomendo!

Fomos muito bem recebidas pelo dono, o Gustavo e sua esposa Renita. O casal é super atencioso. O hostel é aconchegante, tanto nas áreas comuns, quanto nos quartos, os banheiros coletivos estão sempre limpos, com toalhas e papel em constante reposição.

Os quartos tem aquecimento (item fundamental pra enfrentar o frio de lá), camas confortáveis, espelho e lugar pra guardar as roupas. Ficamos no quarto “Boulders” para 5 pessoas. As camas são todas feitas com toras de madeira, 2 beliches, 1 com cama de casal embaixo, outra simples. Me chamou atenção o cheirinho bom das cobertas. Quem lava tudo é a própria dona, com muito amor e carinho, achei um capricho! 😀

A cozinha é comum à todos, completa e você pode fazer as refeições lá mesmo. A diária não inclui café da manhã, mas quando estivemos lá o Gustavo e a Renita comentaram que estavam fechando uma parceria com uma cafeteria local. Então quando você for, talvez já tenha café incluso.

O diferencial deste lugar é que ele é cuidado pelos donos e vocês sabem o que isso significa: tudo funciona! Inclusive o wi-fi, que tem um ótimo sinal em qualquer parte!

Outra vantagem é a localização. Fica a 100 mts da rua principal, onde tem supermercado, cafeteria, lojas, farmácia, pubs e restaurantes.

Pagamos R$ 250,00 a diária do quarto (R$ 50,00 por pessoa). Um ótimo custo-benefício. Cambará tem outros hotéis e pousadas, além de albergues. Mas achei que o Cape Town foi uma ótima escolha.

Contato: (54) 99971-7014 / contato@hostelcapetown.com.br (Gustavo).

VOLTAGEM

É 220 V. Os pinos seguem o padrão brasileiro, mas sempre sugerimos levar adaptador universal de tomadas para equipamentos que tem pinos chatos.

AGÊNCIA DE ECO-TURISMO, CONTRATAR OU NÃO?

Neste caso, é fundamental contratar uma empresa que tenha camionetas 4 X 4 e conheça o local, porque as estradas de acesso aos Parques são muito irregulares, com pedregulhos, terra e buracos, bem off road. Se tiver chovido recentemente fica pior ainda. Então escolhemos a Agência da Colina. Nosso guia, Guilherme Carvalho trabalha há anos ali e conhece muito a região, então foi super tranquilo chegar lá e uma aula de geografia também. Durante todo o caminho, até o topo do Cânion Fortaleza, ele foi conversando conosco, explicando as questões climáticas, as formações rochosas, o solo, a altitude, velocidade do vento, etc….conhecer de verdade onde a gente pisa, é bem mais interessante.

Caso você tenha um 4 X 4 ou um carro alto, é possível pegar o mapa e chegar lá tranquilamente, porém é mais cômodo contratar uma agência.

Pagamos R$ 250,00 (R$ 50,00 por pessoa).

Para entrar no Parque (onde fica o Cânion Fortaleza), você pode deixar uma contribuição em dinheiro, pois a área está sendo mantida com doações. Para isso, leve uma quantia em efetivo (não tem máquina de cartão). Nós deixamos cerca de R$ 20,00 cada uma, mas não é obrigatório.

O QUE LEVAR NA MALA / MOCHILA

Você encontra tudo no post ” Fazendo a Mala para o Frio de Cambará “. Confere lá! 😉

TEMPO NECESSÁRIO PRA CONHECER 

Como nós moramos perto, decidimos conhecer só o Cânion Fortaleza, a cidade e os arredores desta vez, porque podemos voltar com certa facilidade. Eu já conhecia o Cânion Malacara na parte de Santa Catarina (fiquei hospedada no REPA há 2 anos atrás) e São José dos Ausentes, onde fica o Pico do Montenegro, ponto mais alto do RS com 1.403 mts.

Se você vem de longe e tem pouco tempo (um fim de semana, por exemplo), pode conhecer 1 cânion cada dia, assim em 2 dias terá visto o Itaimbezinho e o Fortaleza, sobrando meio turno de cada dia para explorar alguma trilha ou Cachoeira. Contratando uma agência de ecoturismo, eles te indicarão a melhor forma de explorar cada um deles, melhor hora do dia e condição climática, mas tenha em mente que as caminhadas são puxadas e se quiser ir aos 2 em 1 dia, será uma maratona bem intensa.

Se você dispõem de mais tempo, 4 dias seria o ideal pra conhecer tudo com mais calma. A região ainda oferece trilhas aos cânions e à diversas cachoeiras pelos rios, rapel e passeios à cavalo. Neste link você encontra um resumo: Aparados Ecoturismo. E aqui no site da Agência da Colina tem várias opções de pacotes.

NOSSO ROTEIRO

  • DIA 1

Chegamos em Cambará às 9h30 de sábado e fomos direto até a Agência da Colina, na rua principal, pra combinar o horário de saída para o Cânion Fortaleza e fazer o pagamento (fizemos a reserva antecipada, mas pagamos na hora). Às 10h30 o guia nos buscou no hostel, que fica pertinho. Tempo de largar as coisas, trocar de roupa e preparar a mochila ( o que levar na mochila, você encontra aqui neste post).

A hora mais indicada do dia pra fazer a subida ao Cânion Fortaleza é no meio da manhã quando o céu está aberto e a visibilidade é melhor.

O Cânion Fortaleza é o principal atrativo do Parque Nacional da Serra Geral. São 17,5 km2 e o acesso é feito por estrada de chão que é uma continuidade da avenida principal de Cambará do Sul, a Av. Getúlio Vargas.

O trajeto até o Cânion inclui 10km de asfalto e mais 8km de estrada de chão (5km na primeira parte até a entrada do parque, onde há banheiros e água e mais 3km na segunda parte dentro do parque). A parte da estrada de chão é irregular e cheia de cascalhos, a média de velocidade viável é de 20 a 30 km/h (se vc estiver de 4 X 4 ou camioneta). Em 30 ou 40 min no máximo você chega ao Cânion. Como fomos com a Agência da Colina e estávamos em uma F250, chacoalhou, mas foi tranquilo.

É importante relembrar que não é cobrado ingresso no parque, mas existem alguns residentes que cuidam do local e por esta razão, aceitam doações para a manutenção. Acho simpático contribuir, já que você vai usufruir também. Não há venda de bebidas ou comida, então prepare seu lanche, caso queira estender mais sua visita.

Entrada do Parque: horários e avisos

Agência da Colina

Dentro do parque você estaciona e segue à pé onde existem duas trilhas, uma de aproximadamente 400m (ponto mais baixo) e a outra de 2km que te leva ao ponto mais alto, onde está a melhor vista.

O Fortaleza possui 7,5 km de extensão e 1.100 mts de altitude no ponto mais alto onde chegamos. O nome se deve ao formato de sua estrutura geológica que lembra uma fortaleza. Ali é possível realizar três trilhas: Mirante do Fortaleza (3,2 km), Cachoeira do Tigre Preto (2 km) e Pedra do Segredo (2,7 km).

Ventava muito neste dia com rajadas de 80 km/h que nos deslocavam do chão, o frio era intenso (cerca de 0ºC com sensação térmica ainda inferior) e a caminhada da subida foi bem difícil em função das condições climáticas. Ao todo foram 2 horas, ida e volta. Claro que vai depender do seu ritmo e de quantas vezes parar pra fotografar ou contemplar. Fomos com calma.

Levei a GoPro na expectativa de fazer muitas fotos, mas o vento era forte demais e eu não conseguia manter a câmera no ar. Com a minha Canon e a Nikon da Bina já foi difícil, mas conseguimos! As imagens falam por si.

Nós 5 e nosso guia, Guilherme.

Todo o esforço valeu muito a pena, pois a vista é majestosa, imponente, de um verde e azul deslumbrantes! Dá pra ver todo o vale e enxergar até o mar se não tiver neblina. Imperdível!

Fique Atento Volto Segunda

Tome cuidado com crianças, pois não existe grade de segurança e nem monitoramento no local. E também preste atenção na sua própria segurança.

Depois da caminhada, resolvemos almoçar bem. Escolhemos o Restaurante O Casarão Cantina e Galeteria, com culinária italiana. Serve um buffet de massas caseiras, saladas orgânicas com horta própria, galeto ao primo canto, grelhado, sopa de capeletti deliciosa pra aquecer a alma e a tradicional polenta com queijo servidos na pedra (pra mim o destaque da casa). O prato especial da galeteria é a sequência de filé de trutas, mas a opção básica já era farta e foi a que escolhi.

Ambiente quentinho com lareira. Recomendo! Funciona de terça à sábado das 11h30 às 15h e das 18h30 às 22h. Fechado aos domingos e segundas.

Passeamos à pé pela cidade após o almoço. Alguns pontos que você pode visitar são:

Dormimos a tardinha porque estávamos super cansadas e queríamos sair à noite pra jantar e depois ir a algum pub. Jantamos no Pizza Retrô, uma pizzaria tradicional de lá que serve pizza na pedra com receitas conhecidas e outras exclusivas feitas com ingredientes locais: como pizza de paçoca de pinhão, pizza de charque e à La Cambará (com linguiça e queijo artesanal serrano).

A decoração é inspirada na música popular brasileira dos anos 70, em movimentos como a Tropicália e a Jovem Guarda. De uma vitrola antiga piscante você pode apreciar o som dos discos de vinil. Funciona de terça à sábado das 18h30 às 23h e aos domingos das 11h30 às 23h, inclusive feriados. Recomendamos!

Depois do jantar percorremos todos os pubs que nos indicaram, mas o frio era intenso, algo em torno de -1ºC, então não encontramos movimento. Talvez você dê mais sorte. Os indicados são: Boteco Vento da Costa, Máquina do Tempo Pub e Du Perau Gastro Pub. Além destes, tem ainda o Restaurante A Taberna, com carinha de pub. Nos pareceu bem fofo e tem uma boa carta de vinhos. 

  • DIA 2

De manhã tomamos um café fit no quarto do hostel mesmo, com frutas e chimarrão, enquanto nos arrumávamos. 5 mulheres não é mole. 😛 Mas há cafeterias abertas na redondeza.

Decidimos fazer a trilha até a Cachoeira do Tio França, uma propriedade particular que a Priscila já conhecia (aliás, ela conhece muito bem toda a região e foi nossa motora). A Cachoeira é uma das tantas da região e fica perto da cidade, a aproximadamente 3,5 km. A entrada custa R$ 7,00 e a trilha é de 30 minutos por belos campos verdes, onde você passa por gado e cavalos pastando, vegetação serrana e logo você encontra o rio que desemboca no meio do mato. O acesso é fácil e a cachoeira é linda.

No caminho encontramos uma floresta de araucárias que lembrava os filmes da trilogia ” Crepúsculo “. Com uma luz incrível, orvalho da manhã e um ar de mistério, parecia ” encantada ” mesmo! O que nos rendeu belas fotos. Como nosso RS é lindo!

Na volta da caminhada almoçamos no Restaurante Galpão Costaneira. De comida campeira, com música gaúcha ao vivo (nos fins de semana). O restaurante é todo construído em madeira com estilo rústico, lembrando um CTG (Centro de Tradições Gaúchas). Além do variado buffet livre com saladas e comida à moda campeira, você pode optar por carnes grelhadas, linguiça e queijo coalho, que são servidos à mesa, na brasa. A experiência é bem típica e a comida é saborosa. Aberto diariamente das 11h30 às 15h e das 19h30 às 22h.

Depois de almoçar muito bem, iniciamos nossa viagem de volta, desta vez pelo caminho do litoral, que é ainda mais lindo.

O fim de semana foi perfeito pra recarregar as energias em ótima companhia. 😉

FOTOGRAFIA

Este post teve a colaboração da fotógrafa Sabrina Schneider

E-mail: sabrina.schneider@live.com / Tel.: +55 51 98402-9829 / IG: @sabrinaschneiderphotography

Por Angélica Maldaner

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2 comentários em “CAMBARÁ DO SUL: A TERRA DOS CÂNIONS”

  1. Patrícia disse:

    Olá!
    Muito legal o post!
    A floresta de araucárias fica no caminho da cascata do Tio França?

    • Olá Patrícia td bem? Obrigada pelo carinho! Sim, a floresta de Araucárias fica no caminho da Cachoeira do Tio França. 😀 Naquele dia de inverno em especial, por causa do clima frio, o local estava com orvalhos e uma luz incrível, o que a deixou especialmente linda pra fotografar. Vc já conhece a região? Abraços, volte sempre 😀 😉