ROTEIRO CUSCO E MACHU PICCHU – PARTE I

20.07.2017 | Cusco, Destinos, Explorando as Cidades, Machu Picchu, Peru, Spots Para Conectar-se

Quando pensamos em Peru a primeira imagem que vem a mente é Machu Picchu, um dos sítios arqueológicos mais visitados do planeta. Contudo esse país encantador, oferece muito mais. Uma surpresa agradável foi Cusco, ponto de partida pra essa aventura inspirada em Indiana Jones! 😉

Como não tínhamos muito tempo disponível, optamos por ficar 3 dias na capital peruana, como já devem ter lido em Roteiro de 3 dias em Lima, e reservamos 4 noites pra Cusco e Machu Picchu. Dividimos esse roteiro em duas partes pra sua leitura ficar mais leve, pois fizemos bastante coisa todos os dias.

A riqueza cultural do país é fascinante, e nos deixou com várias dúvidas ao organizar a viagem. Por isso, tire um tempo pra avaliar suas possibilidades e planeje-se da maneira mais conveniente, de acordo com seu ritmo e parceria. Mas antes, não deixe de ler o Informações Básicas Cusco e Machu Picchu – Planejando seu Roteiro, post essencial pra te ajudar nessa tarefa.

DIA 1|CUSCO

Cusco foi a capital do Império Inca e durante a colonização espanhola, chegou a ser a maior cidade da América Latina. Em quéchua escreve-se Qosqo e significa “umbigo”. É conhecida como o “umbigo do mundo”, rodeada de altas montanhas, tesouros arquitetônicos e ruínas incas. A cidade respira história, como tantas outras do continente sul-americano, mas aqui, talvez pela sua preservação e pequena população (somente 300.000 habitantes), a sensação fica mais evidente em cada canto do lugar.

Situada na região dos Andes, o maior desafio para seus visitantes é a altitude, de 3.400m. Mas seguindo algumas dicas básicas é possível gerenciar o desconforto inicial do soroche (mal da altitude), como já contamos no post anterior. A boa notícia é que Machu Picchu está 1.000m mais baixo que Cusco, o que foi um alívio pra mim, pois meu maior receio era chegar lá na “cereja do bolo” e não me sentir bem. Então uma vez aclimatado na capital, o resto você tira de letra. 😉

Chegamos no aeroporto de Cusco por volta da 10hs, num domingo, e fomos direto para o hostel. Fizemos o check-in e seguimos a orientação de descansar pela manhã. Mas antes, fechamos os passeios dos próximos dias com a Orellana Tours pra deixar essa parte redondinha. Como nosso quarto ficaria disponível a partir das 16hs, fomos tomar o café, que ainda estava sendo servido. Um recepcionista do Milhouse Hostel nos cedeu a sala de cinema pra recostar um pouco. Descansamos até umas 13hs, deixamos nossa bagagem no locker, tomamos um pouco mais de chá de coca e fomos, sem pressa, conhecer a cidade.

Apesar de nos oferecerem um city tour por Cusco, que geralmente inclui alguns sítios arqueológicos fora dali, preferimos conhecer a cidade por conta própria. Já havíamos nos comprometido com Moray y Maras, Vale Sagrado e demais ruínas, por isso decidimos ficar mais liberadas, indo no nosso próprio ritmo, além de economizar um pouquinho. Uma dica legal, que usamos em Bogotá, são os tours a pé gratuitos pela cidade. O mais conhecido é o Free Walking Tour Cusco, disponível de segunda a sábado, às 10hs. Se você gostar do serviço, pode contribuir com uma gorjeta para o guia. Como era domingo, não conseguimos aproveitar esta barbada. 🙁 A propósito, temos o costume no Volto Segunda de explorar as cidades a pé e por conta mesmo. Então pegamos um mapa, tiramos algumas dúvidas e colocamos o “pé na estrada”.

Dica Volto Segunda

FERIA GASTRONOMICA SUMAC MIJUNI

Fomos em direção a Plaza de Armas, subindo a rua do hostel (Quera, 270) e nos deparamos com uma feirinha gastronômica que acontece todos os domingos em frente à Igreja de São Francisco de Assis, das 7 às 16hs. É uma feira bem rústica e direcionada pra comunidade local. Para quem quiser provar a comida cusqueña é uma boa oportunidade. Os alimentos ficam ali expostos o dia todo e por isso não nos apeteceu muito. Como recém havíamos chegado, preferimos ficar mais light.

PLAZA DE ARMAS

A Plaza de Armas é o ponto central da cidade, onde a região turística está concentrada. Foi o local onde os espanhóis declararam sua conquista, construindo igrejas sobre os templos incas pra firmar o cristianismo, o que pode ser visto na estrutura das construções. História bem conhecida, né?

A praça é o cartão postal da cidade e além de ser grandiosa, tem uma vibe especial. O destaque fica por conta da Catedral de Cusco, com seus tons terrosos e portas imponentes. Ali na sua volta você encontra casas de câmbio, restaurantes, cafés e lojinhas de diversos tipos. E para a noite, há muitos bares e casas noturnas animadíssimas. A Aline conta o que fizemos por lá no post Baladinhas em Cusco? Sim, temos. Imperdível!

O centro de Cusco é praticamente uma aula de história ao ar livre. Quando você menos espera, encontra uma construção inca com mais de 500 anos, como a Pedra dos 12 Ângulos ou em quéchua Hatunrumiyoc, na rua que leva seu nome. O muro é considerado uma das estruturas mais bem conservadas da região.

Uma curiosidade, você verá por todos os lados bandeiras de arco-íris similares à do orgulho gay. Essa é a bandeira de Tawantinsuyu do Império Inca e representa o seu poder.

IGREJAS E MUSEUS

Acabamos não entrando na Catedral de Cusco, pois não daria tempo para o tour guiado, mas dizem que vale a pena. Seguimos até a igreja Compañia de Jesus. A entrada custa 10 soles e se quiser um guia em espanhol ou inglês, há um custo adicional de S/.20 por pessoa, acabamos visitando por conta própria.

Sabe aquelas igrejas cheias de informação visual, comum em templos católicos de colonização espanhola? Eu confesso que não me sinto muito a vontade. Nada muito interessante, até que subimos na cúpula da igreja. Ahhh, aí valeu cada centavo! A vista da Plaza de Armas é encantadora e rendeu belas fotos. Recomendamos. 😉

Existe um circuito de museus, que optamos por não conhecer pelo pouco tempo. Como visitamos muitas igrejas e museus em Lima, queríamos curtir Cusco outdoor, o dia estava lindo! O mais recomendado foi o Museu Histórico Regional, que conta bastante sobre a cultura inca e a colonização espanhola, o que ajuda a conhecer a história, em especial, dos sítios arqueológicos. Alguns outros que se destacam são: Museu de Arte Popular, Museu do Sítio Arqueológico de Qorikancha e Museu de Arte Contemporânea.

BAIRRO DE SAN BLAS

Ao norte da Plaza de Armas fica o Barrio San Blas, um dos lugares mais charmosos de Cusco. Suas principais atrações estão nas ruas estreitas e arquitetura das casas. Além de muito boêmio, onde você encontra bares e os melhores restaurantes. Ao subir suas ladeiras já se nota a diferença no estilo das construções, um bairro dos mais nobres da cidade. A arte tem presença marcante, nota-se nos atelies ao longo das ruas e no contraste com as Cholas (índias com trajes típicos andinos) circulando pelas ruelas, imagem comum por lá e, ao mesmo tempo, peculiar pra nós turistas. Na Plaza de San Blas há uma feira de artesanato bem recomendada que não tivemos a oportunidade de conhecer.

MERCADO DE ARTESANATOS

As cores e texturas do Peru são de enlouquecer, todas as tramas e desenhos, cada qual com seu significado são um convite para o consumo. Os artesanatos são lembrancinhas obrigatórias, desde uma manta multicolorida de lã de Alpaca até um chaveirinho de Llama. Reserve um pequeno orçamento e lugar na mala, é impossível resistir! As opções são muitas e com preços variados. Pesquisamos e as melhores barganhas que encontramos, foram nas feirinhas fora de Cusco, a caminho do Vale Sagrado e em Águas Calientes. Por isso tenha paciência.

Em Cusco, além das lojinhas ao redor da Plaza de Armas (geralmente mais caras), existem dois pontos principais onde você encontra o artesanato local. O Centro Artesanal Cusco e o Mercado de São Pedro. Conhecemos somente o Centro Artesanal, após uma longa caminhada pela Avenida Tullumayo, pela qual descemos do bairro de San Blas. Um local bem comercial e organizado. Perde um pouco o charme das compras, mas você encontra uma variedade de produtos com preços atraentes.

AVENIDA EL SOL

Decidimos voltar pela bonita Avenida El Sol, paralela à Tullumayo, e logo adiante nos deparamos com a Paccha de Pimacchupan, que significa “uma fonte de água na cauda do puma”. Possui dois lados, um com o Sol (Inti) sobre a água corrente e outro com seu painel multicolorido e o famoso Puma, animal guardião da Terra (Pachamama) para os incas.

Ainda no caminho, encontramos um gigantesco e belo mural que conta a história do Peru desde o início da civilização inca. Feito em 1992 por Juan Bravo, artista peruano, mostra os detalhes da brutal conquista espanhola e da liberdade do Peru. Vale parar uns minutinhos e observar a obra de arte.

Ainda na Avenida El Sol, demos uma pausa em frente ao Museo Arqueológico del Koricancha, que significa “cercado dourado” e foi construído em homenagem ao Deus Sol. Suas paredes eram revestidas de ouro e pedras preciosas e seus jardins, ornamentados com estátuas de ouro e prata em tamanho natural de animais e árvores da região. Fica junto ao Convento de Santo Domingo, o qual foi construído sobre esse santuário Inca. Aqui uma dica pra economizar é investir no Boleto Turístico Parcial 2,  que inclui entrada para o museu e convento e ainda mais 6 atrações de Cusco. Ou você pode comprar o completo, se pretende conhecer outros sítios arqueológicos, como os que visitamos, o valor compensa.

Como estava anoitecendo, o museu já estava fechado, mas vimos a beleza das adjacências. Tiramos umas fotos enquanto curtíamos o cair do dia em Cusco.

Essa avenida ainda abriga diversas cafeterias bacanas. Finalizamos a tarde tomando um café delicioso.

Jantamos no restaurante Cicciolina próximo a Plaza de Armas, indicação do nosso amigo Rúben, da agência local que nos deu dicas excelentes. Tudo estava ótimo, mas acabamos comendo tarde e isso não é uma boa ideia. Nossa chef Fernanda não resistiu e pediu um Ossobuco, uma opção um tanto quanto pesada e acabou não passando muito bem no dia seguinte. Uma lição muito importante dessa viagem, é que a digestão em altitude é muuuuito mais lenta que habitualmente. O pulmão se esforça além do normal pra respirar, o que atrapalha esse processo. Então fique ligado e coma leve, em especial à noite.

Fique Atento Volto Segunda

Nesse dia faltou conhecer um lugar bacana, o Mirante de San Cristóbal. Dizem ser uma das melhores vistas panorâmicas de Cusco e fica na igreja com mesmo nome, ao norte do centro histórico. Fica pra próxima 😉

 DIA 2 | Moray e Maras

Conforme contei de forma resumida em Planejando seu Roteiro no post Informações Básicas Cusco e Machu Picchu, decidimos iniciar com o tour Maras e Moray pra ganhar tempo e conhecer metade do caminho até Águas Calientes, onde terminamos o dia.

Saímos do hostel ao encontro de um grupo que faria o passeio num micro ônibus. O guia era muito simpático e falou na medida, deu pra curtir bastante as belas paisagens das estradas de Cusco.

Nossa primeira parada foi em Chinchero, a 50 minutos da capital. Uma comunidade que fazia parte da rota, que em tempos incas, dava acesso direto para Machu Picchu. Foi um importante centro urbano que ainda conserva sua igreja e praça principal. Não chegamos a entrar no povoado, mas fizemos uma parada em um centro têxtil, em frente ao Centro Cultural Parwa. Na realidade é uma loja, onde demonstram o processo de produção têxtil e seus diversos métodos de tingimento e fibras, sempre usando algum alimento ou elemento encontrado na terra. Uma aula de sustentabilidade e trabalho comunitário.

Na realidade, este local é uma cooperativa que envolve 20 famílias de camponesas peruanas, as Cholas. A aula é dada por elas. Muito interessante entender o processo e as soluções para o desenvolvimento dos fios. As artesãs superam sua timidez e explicam com simplicidade. Tem seu charme. Aqui vale investir numa peça, com preço justo e com origem certificada, pela comunidade local. Se quiser, pode deixar gorjeta para as Cholitas, mas te deixam bem à vontade.

O mais divertido dessa parada foi conhecer o cachorro da raça Cusco. Ele tem a pele grossa, negra e só tem pelos na ponta do rabo e na cabeça. Característica genética adaptada para o habitat frio do Andes. Dizem que a beleza está nas imperfeições, então me permito dizer que o Cusco de tão estranho é um belo animal. 😉

MORAY

Próxima parada: Complejo Arqueologico de Moray, a 1h30 de Cusco. Foi o passeio que mais gostei fora as ruínas de Machu Picchu, em especial pela energia do lugar. Com 3.200m de altitude, esse belo sítio é uma erosão natural das montanhas, cuja anatomia os Incas aproveitaram de forma muito inteligente, construindo suas chamadas terraças agrícolas, que nada mais eram que laboratórios da terra. Essa região teve 15 imperadores e o mais conhecido foi Pachacute, cujo nome tinha um significado bem apropriado: Pacha=terra + Cute=o transformador da terra. Ali haviam diferentes comunidades, a uma distância de 20km uma da outra, que exploravam o cultivo de vários alimentos, numa justa e democrática divisão.

No Departamento de Cusco há mais 4 laboratórios agrícolas como este. O principal é Moray, seguido por Chinchero, em processo de escavação e restauração. O terceiro Tipón e o quarto fica em Pisac. Cada um tem um microclima e temperaturas distintos. Aqui, por exemplo, a cada camada ou degrau existe 0,05C° de diferença, com um propósito.

Nestes laboratórios eram extraídas as sementes, pra depois serem cultivadas pelos povoados. Tais como o Camote (batata alaranjada, com mais amido e doce, muito explorada na culinária peruana), frutas sortidas, como a Chirimoia, a goiaba, a banana (para cozinhar) e o plátano (para frituras), além do Maiz (milho) que tem até 80 variedades. Surpreendente, não? Isso tudo era cultivado mais na parte inferior. Nas partes mais altas e frias, cereais, como a Queúicha, grão usado na Nasa, rico em quinino, indicado pra estimular as funções cerebrais. Fora isso, só de batatas, o Peru tem 3.500 tipos, das 5.000 variedades do mundo. Ainda havia os sistemas de filtragem pras épocas de chuva e por aí vai. Muita história e tecnologia agrícola envolvidas.

Imperdível Volto Segunda

Moray tem uma energia especial, algo que facilmente se capta no vídeo dos índios tocando sua relaxante música inca. Belo momento pra fazer uma conexão com a natureza e agradecer por este momento. Saímos de lá com o sentimento de plenitude e muito amor. Sente a vibe:


 SALINERAS DE MARAS

De Moray chegamos as Salineras de Maras em 30 minutos. A entrada é a única não incluída no boleto turístico, com um custo de S./10. Tinha bastante sol e o reflexo das salineiras intensifica a luz. Não esqueça de levar chapéu ou boné e óculos escuros!

Fique Atento Volto Segunda

Começamos o tour com uma breve explicação sobre as Salineras de Maras, degustando um chocolate com sal, na moda atualmente. Ainda conhecemos mais 3 variedades de milhos, dentre eles o Choclo, o grão de milho maior do mundo. Tudo muito gostoso!

Dizem que a Cordilheira dos Andes há 35 milhões de anos, era um grande oceano e aí começa a história das salineiras do Peru. Só na região, existem quase 4 mil poças de sal que pertencem a família de Maras. A exploração é complexa, mas basicamente trabalham com um sistema de canais de irrigação de água e com uma ajudinha do sol, ocorre a evaporação da água e surgimento do sal. Mas antes que evapore toda a água, se extrai a primeira camada de sal, chamada Flor de Sal, com 1cm, a mais nobre, salgada e cara, muito usada em preparações gourmets. Depois, evaporando um pouco mais de água, chega-se a camada Cristal de Sal, com 4 ou 5cm, que é o Sal Rosado, nosso sal de mesa. E por fim é extraído o Sal Marrom, muito usado para fins medicinais, em banhos terapêuticos.

O sal é extraído manualmente e sai dali em caminhões para ser adicionado de iodo, em outro local. É possível visualizar o processo. As salineiras funcionam durante 8 meses e nos 4 meses restantes, na época de chuvas o que inviabiliza a extração, ficam fechadas. A comunidade da região vive deste mercado e tudo que envolve o sal. Ficamos uns 30 minutos pra tirar fotos e comprar pacotinhos de sal, uma boa dica de presente, em especial a Flor de Sal, que é muito barata. Um pacotinho de 200g custa uns R$ 5. Vale a pena! 😉

Próximo dali o ônibus nos deixou na beira da estrada, onde conforme combinado, um motorista aguardava para nos levar até Ollantaytambo. Mais uma cidadela charmosa no roteiro turístico. Conto mais no próximo post. 😉

Chegamos em aproximadamente 40 minutos, às 14hs, a tempo de comer algo ali na estação mesmo e embarcar pra nossa tão esperada viagem de trem panorâmico até Águas Calientes, cidade base para subir a Machu Picchu. Embarcamos no trem as 15h37 em ponto. Os trens não costumam atrasar e é preciso chegar 30 minutos antes do embarque.

O caminho é simplesmente encantador e a experiência de andar de trem panorâmico é maravilhosa! Chegando em Águas Calientes conseguimos sentir o clima mais úmido e tropical das montanhas. A viagem levou quase 1 hora e meia.

ÁGUAS CALIENTES

A decisão de dormir aqui pra aproveitar melhor o dia seguinte em Machu Picchu foi muito acertada! Ficamos hospedadas no Inka Wonder, simples na medida, com um bom chuveiro e cama confortável. Chegando lá, fizemos o check-in e saímos. Aproveitamos pra comprar mantimentos para o dia seguinte, como água e lanchinhos práticos. Além disso, compramos o recomendado repelente (sim, em Machu Picchu tem mosquitos =( ). Encontramos numa lojinha bem na entrada do hotel, super conveniente. Optamos por sachets, solução prática pra não pesar na mochila.

 Dica Volto Segunda

Então comemos um sanduíche leve, num barzinho próximo ao hotel, muito gostoso e com preço honesto.

Fomos dar uma volta e subimos a ladeira principal pela Avenida Pachacuteq. Vale explorar o lugar à noite, um charme. Mas não vacilamos e fomos dormir cedo, afinal no dia seguinte tínhamos que acordar às 4h30 pra nos aprontar e pegar o primeiro ônibus a subir a montanha.

Foi um dia lindo! Mas o melhor ainda estava por vir… conto mais no próximo post. Prepare o corpo, o coração e a alma! <3

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Por Maria Elisa Tartoni

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6 comentários em “ROTEIRO CUSCO E MACHU PICCHU – PARTE I”

  1. Stela Bronca disse:

    Valor dessa viagem a Cusco e Matchu Pitchu

  2. Sarah disse:

    Pra começar, adorei o nome do blog! Obrigada por suas informações e fotos. Vc pesquisou várias coisas pra nos oferecer. Anotei várias. Já li tantos posts, mas o seu me encantou mais. Vou ao Peru em julho/18 e usarei suas dicas.

    • Diego Oliveira disse:

      Olá Sarah! Que bom que você curtiu o blog. Estamos sempre buscando muitas informações e dicas importantes pra vocês! Curta muito a sua viagem e depois nos conte como foi. Marque o @voltosegunda nas suas fotos, assim podemos acompanhar o seu passeio. Obrigada pelo carinho e boa viagem! Beijão da equipe do Volto Segunda.

  3. TEREZINHA NASCIMENTO disse:

    EM ÁGUAS CALIENTES, FUJAM DO HOTEL MANTU BOUTIQUE. Vivenciamos a pior experiência da viagem ao Peru, recentemente, no dia 16/05/19, porque o proprietário do hotel, Sr. Walter Calsina Quispe, que, frise-se, também é recepcionista e GUIA turístico, nos vendeu o serviço de guia turístico, apesar de saber que compramos o ingresso para subir a Montanha Picchu, informando que poderíamos fazer o guia e depois a Montanha. Perdemos o horário de subida da Montanha e ficamos extremamente frustradas (4 pessoas), além de contabilizar o prejuízo de muitos euros. o Caso foi registrado no CUADERNO DE QUEJAS Y SUGERENCIAS, bem como no Informaci[on y Asistencia al turista.

    • Aline Maldaner disse:

      Boa noite Terezinha, tudo bem? Pôxa, que experiência péssima que tiveram nesse hotel e com essa pessoa… obrigaram por compartilharem conosco aqui no blog, porque pode alertar outras pessoas que estão indo para lá e evitar que passem pelo mesmo. Beijo grande, Aline